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Sobre este manual

Esta documentação descreve o que você pode fazer em cada tela da IRIS. Ela segue a mesma ordem em que a plataforma se apresenta: primeiro os conceitos e os perfis de acesso, depois as telas globais (as que aparecem na barra lateral), depois as telas de dentro de um projeto e, por fim, as áreas de administração.

Cada página segue o mesmo formato: para que serve a tela, quem pode acessá-la, o que dá para fazer nela e, quando houver, as ações restritas a determinados perfis.

O que é a IRIS

A análise de um projeto de infraestrutura viária exige cruzar dezenas de normativos de órgãos diferentes, conferir a conformidade em várias disciplinas técnicas e produzir pareceres. Feito à mão, o processo é lento e sujeito a passar coisa em branco.

A IRIS resolve isso com agentes de inteligência artificial especializados por disciplina. Cada agente consulta automaticamente os normativos que valem para aquele contexto de projeto, confere as peças técnicas que a equipe enviou e devolve um veredito de conformidade com a citação da norma que sustenta cada apontamento.

O trabalho humano não sai do circuito — ele muda de lugar. Em vez de procurar a norma, você revisa, aceita ou contesta o que a IRIS achou. E há um fluxo em que a lógica se inverte: na Revisão de Análise, a IRIS lê o parecer que a sua equipe escreveu e aponta lacunas, correções e melhorias nele.

Como ler os selos de acesso

Toda página de funcionalidade abre com um quadro que mostra os quatro perfis da IRIS. Os que têm acesso aparecem coloridos; os que não têm, riscados.

Quando o acesso é parcial — o perfil entra na tela, mas não pode fazer tudo nela —, o quadro traz uma nota por perfil dizendo o que muda.

Por onde começar